Facebook mudou de posicionamento mais uma vez. E sua marca com isso?

Bom, sua marca tem tudo a ver com isso.

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Quando surgiu lá atrás, nos quartos de Harvard, depois de alguns pés-na-bunda tomados por Mark Zuckerberg e seus colegas, o Facebook não passava de uma maneira de conectar pessoas. Só que a rede de relacionamentos tomou proporções globais, ganhou mercado, derrubou plataformas concorrentes e precisou ampliar suas possibilidades (fica aqui a recomendação: assista “A Rede Social”, premiado filme que mostrou um pouquinho da origem e ascensão da rede).

Foi assim que as portas se abriram para que as marcas entrassem no Facebook, dinamizando o contato com os usuários e trazendo informação relevante para os seguidores. Só que imagine um cenário onde isso acontece descontroladamente com um algoritmo que não tinha priorização do conteúdo que aparecia para as pessoas. Absolutamente tudo postado por quem você segue/curte na sua linha do tempo – até o Facebook entender que era coisa demais.

Dessa situação, pulamos para o momento que a rede decidiu moderar as publicações, entendendo o que era realmente relevante, por você interagir mais, e exibindo somente essas publicações selecionadas. Parece ótimo, afinal não queremos ser impactados por uma avalanche de coisas diariamente, certo? Sim, mas as marcas perderam muito com isso. Essa priorização dá “vantagem” para publicações de sua família e amigos, tornando o ambiente digital mais “humano”, mas deixa os negócios em último lugar e complica bastante a maneira de praticar o marketing digital.

 

E agora?

Pois é, mas parece que o Facebook ainda não está satisfeito.

FaceBook planejamento

Em janeiro de 2017, a empresa anunciou um novo posicionamento que promete colocar as marcas para se mexer e correr atrás se quiserem aparecer para seus seguidores. No seu novo formato, são três as principais mudanças do algoritmo para a rede:

  • a relevância das páginas e perfis com comportamento de baixo engajamento, que pedem demais por curtidas ou que postam links que prometem mas não cumprem (os famosos clickbaits) será reduzida;
  • publicações em tempo real ganharão maior relevância – o engajamento instantâneo movimentará a página e fará com que estes posts sejam priorizados para aparecer na sua linha do tempo;
  • vídeos publicados diretamente na linha do tempo das páginas, curtos ou longos, terão seu potencial de alcance ampliado por investir que o usuário continue dentro da rede.

Você pode perceber que está cada vez mais difícil para uma marca potencializar seu alcance. Usar e abusar de recursos audiovisuais pode não ser tão fácil e publicações em tempo real exigem uma pauta bem determinada ou momentos relevantes para o seguidor. Então, qual seria a solução para contornar esta mudança de posicionamento da rede?

smartphone

 

Invista em mídias pagas

Esta é uma ação que exige estratégia, conhecimento de persona e investimento financeiro, mas oferece o retorno de conversão que melhor compensa no custo-benefício. Uma página que aposta somente em alcance orgânico, nomenclatura utilizada para as publicações sem investimento de mídia, está fadada ao declínio. Por que? Simplesmente por não aparecer para os seus seguidores.

Você sabia que somente 1% do público da sua página é impactado por publicações orgânicos?

Só que este investimento que estamos sugerindo vai muito além de apertar o botão azul de “Impulsionar” embaixo de cada publicação. A mídia paga é estratégica e delimita muito bem seu público, usando dos recursos de segmentação que o próprio Facebook proporciona, tornando seu alcance muito mais assertivo – fazendo você contornar o problema do posicionamento que discutimos durante todo o texto.

Isso parece um bicho de sete cabeças? Pois saiba que você pode fazer as redes trabalharem muito bem para a sua marca. Se você ficou curioso e quer saber mais sobre o assunto, a gente tem uma sugestão bem legal para você – clique aqui para saber o que preparamos.