Será que seu futuro profissional está ameaçado pelas máquinas?

Em 2015 fomos apresentados a Ex Machina, uma trama cinematográfica inteligente e que girava, basicamente, em torno do teste de Turing. Se você ainda não assistiu o filme, pode ficar tranquilo que não vamos estragar nada por aqui. O que nos interessa é o conceito por trás deste teste que é avaliar até onde a inteligência artificial é capaz de chegar para exibir um comportamento equivalente a um ser humano. Enquanto os desdobramentos que vemos no longa são bastante controversos, parece que vivemos em uma realidade cada vez mais próxima das tramas vividas na ficção.

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Com o esforço da ciência, a curva de aprendizado das máquinas vem crescendo exponencialmente em busca da tão falada inteligência artificial. Aqui, podemos falar um pouco sobre o Machine Learning, um tema bastante discutido atualmente. O conceito, também conhecido como aprendizagem automática, é um dos sub-campos da ciência da computação em amplo crescimento e que estuda a evolução do reconhecimento de padrões e da teoria da aprendizagem computacional em inteligência artificial. Se quiser saber um pouco mais sobre o assunto, veja o vídeo abaixo (ative a opção de legendas em português):

E porque este tipo de estudo se torna tão importante para todos nós?

Basicamente, porque ele avalia a construção de algoritmos que podem aprender com seus erros e fazer previsão dos dados, o que traz ganhos diretos nos processos de produção. Talvez você ainda esteja um pouco confuso sobre o que isso representa para você e para a sua vida, por isso vamos voltar um pouco no tempo.

 

Como o trabalho mudou ao longo do tempo

Você deve lembrar lá das aulas de História quando, em meio uma conversa distraída e um desenho aleatório no caderno, a professora chamava sua atenção para o primeiro tipo de trabalho existente para os homens como “sociedade”. Lá atrás, os caras trabalhavam para sobreviver. Foi na plantação de alimentos para subsistência que se formou o primeiro conceito de trabalhador, ainda sem muitas atribuições.

Com o passar do tempo, trabalhamos pela troca, fosse ao próprio benefício ou de outras pessoas. Talvez, a maior das mudanças no conceito de trabalho venha com a chegada da Revolução Industrial, quando o homem é equiparado a máquina e tem seu trabalho parcelado ao ponto de perder a visão do processo como um todo, o que acabou prejudicando o desenvolvimento do que chamamos de conhecimento holístico.

Reconhecidamente ruim, esse processo foi regredindo e o homem (ser humano) passou a ser o capital de maior interesse. E assim foi por muito tempo, ainda é. Só que a sociedade sofre transformações constantes e estamos em transição para um novo momento, onde a máquina parece chegar para roubar algumas de nossas posições – está vendo como as tramas cinematográficas não estão tão distantes assim da realidade?

Na China, o momento já começou: uma fábrica anunciou que vai trocar 90% dos seus funcionários por robôs” (EXAME, 2016)

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford verificou a capacidade de sobrevivência de algumas profissões pelos próximos 20 anos e o cenário é um verdadeiro sinal de alerta para determinados profissionais. Dentre os cargos analisados, o operador de telemarketing, por exemplo, tem 99% de chance de ser substituído. Cenários bem parecidos podem ser observados para cartógrafos, programadores, contadores, escrivães e até cozinheiros.

Queda de Braço

Parece assustador? A evolução é assim. Ela não bate na porta e pede para entrar. Ela chega e faz com que sejamos resilientes o suficiente para sobreviver a ela. Por isso, é importante que a gente entenda como vai ser configurada toda a movimentação do mercado e as tendência do trabalho para o futuro. Como que a máquina chega como aliada e não como inimiga na produção de serviços.

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